TRAGÉDIA: Mulher M0rre Após Relaçã0 Com Seu Parceiro, Ele Introduziu Uma…Ver Mais
A morte de uma jovem de 19 anos após um encontro íntimo em São Paulo gerou grande repercussão e levantou questionamentos sobre as circunstâncias do caso.
A vítima, Lívia Gabriele da Silva Matos, faleceu em janeiro de 2024 depois de apresentar um quadro grave de sangramento durante um encontro no apartamento de um jogador da base do Corinthians, na zona leste da capital paulista.
O episódio chamou a atenção das autoridades e da opinião pública devido à gravidade da situação clínica e à necessidade de investigação detalhada para esclarecer o que de fato ocorreu nas horas que antecederam a morte da jovem.
O que aconteceu na noite do encontro
De acordo com as informações apuradas, Lívia estava no apartamento do atleta Dimas Cândido de Oliveira Filho quando passou mal após o encontro íntimo entre os dois. Segundo o relato prestado às autoridades, a relação teria sido consensual e com uso de preservativo.
Durante o momento, a jovem começou a apresentar um sangramento intenso na região íntima, seguido de desmaio. Diante da situação, o jogador afirmou ter acionado imediatamente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) para prestar socorro. Equipes médicas foram enviadas ao local para tentar estabilizar o quadro clínico da vítima.
Ainda conforme registros médicos, Lívia sofreu quatro paradas cardiorrespiratórias ao longo do atendimento de emergência, o que demonstrou a gravidade extrema da condição apresentada. Apesar dos esforços das equipes de saúde, a jovem não resistiu às complicações e teve o óbito confirmado posteriormente.

Laudo médico e causa apontada oficialmente
O atestado de óbito indicou que a causa da morte esteve relacionada a uma ruptura na região conhecida como fundo de saco de Douglas, com extensão para a parede vaginal esquerda. Essa área faz parte da anatomia pélvica feminina e fica localizada próxima ao útero, sendo considerada uma região sensível do organismo.
Especialistas explicaram que lesões nessa área podem provocar hemorragias internas graves, exigindo atendimento médico imediato. No caso analisado, o sangramento intenso foi um dos fatores que contribuíram para a rápida deterioração do estado de saúde da jovem.
Os exames realizados também não identificaram sinais de uso de substâncias ilícitas ou álcool no local, segundo as informações divulgadas durante a investigação inicial. Esse detalhe foi considerado relevante para a análise técnica do ocorrido.
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Investigação policial e desdobramentos do caso
A Polícia Civil registrou o episódio inicialmente como morte suspeita, justamente pela necessidade de apurar todas as circunstâncias que envolveram o encontro. Durante as investigações, depoimentos foram coletados e perícias foram realizadas no apartamento onde tudo aconteceu.
As autoridades analisaram diferentes hipóteses, incluindo a possibilidade de lesão causada pela intensidade da relação ou por outros fatores, mas os laudos periciais oficiais não apontaram indícios de violência física. A conclusão técnica indicou que se tratava de um encontro consensual, sem evidências de agressão.
Com base nos laudos médicos, periciais e nos depoimentos colhidos, o caso teve desdobramento jurídico e acabou sendo arquivado pela Justiça de São Paulo em outubro do mesmo ano. A decisão considerou a ausência de elementos que configurassem crime, encerrando oficialmente a investigação após a análise completa das provas reunidas pelas autoridades.